domingo, 28 de agosto de 2011

No blog: Organização de corrida, a luta continua.




Hoje, 28/8/11, organizei, representando a Fundação Municipal de Esportes, com o apoio das Nutricionistas Raquel e Fabíola, a 2a corrida da Nutrição. Tudo muito bom, tudo muito legal, mas... Dá muito trabalho!

(postarei algumas fotos do evento antes e durante)




INÍCIO

Para executar o Projeto em questão, primeiro determina-se o número de participantes, a quilometragem, o local da prova, como também todo o aparato em prol dos corredores (kit alimento, água, camisetas, medalhas e troféus).



OFÍCIOS E STAFF

Esta parte é muito importante. Na coisa pública vale o que está escrito, portanto, apesar das reuniões que antecedem os eventos com pedidos encarecidos pela presença de Secretarias
(costumo falar, e é fato, que sem elas o evento não ocorre), tenho que enviar os ofícios e receber o nada a opor de algumas instituições. Após estes envios, recebimentos e reunião na semana que antecede o evento, a tensão continua.




Os staffs (Professores e funcionários da FME, que diga-se de passagem, trabalham muito e bem), são também extremamente importantes. Executam diversas tarefas, da locução a distribuição do kit alimento; Das placas de km do percurso, a entrega de medalhas e troféus.




CHECK LIST

Vou disponibilizar aqui este check list para se ter uma idéia de todos os detalhes que envolvem esta ação, que talvez para quem observa ao longe, não tem idéia do trabalho (claro, também tenho muito prazer em todo o processo) que envolve todos estes detalhes.



Vamos ao dito cujo:

CRONOGRAMA:
Corrida dia 28 de agosto
Local: Flamboyant
Hora: 8:00
Vagas: 200
Inscrições:-----------
Período: 15 a 25 de agosto ou 200 vagas preenchidas.



Distância: 4km
Orgânizacao: Fundação Municipal de Esportes

Necessidades:
Frutas, água, medalhas para todos os finishers
Premiação com troféus e brindes para os 5 primeiros masc e fem.




CHECK LIST
Camisas: 250- 200 regatas e 50 camisetas
Som-
Frutas- 300/bananas 300 maçãs (3 por atleta)
Água-1000 (5 copos por atleta)-
200 vagas- corrida




Termo de responsabilidade (enviar)-ok
Premiação 4k -
troféus 5 primeiros masc e fem. e medalhas para todos os participantes-
Verificar possibilidade de medalhas e troféus personalizados de participação!




OFÍCIOS
Saúde-ambulância-técnicos-
Emut-
Postura-transporte-



Serviços públicos- banheiros químicos-lixeiras-limpeza no local e via-
Guarda municipal-
Policia militar-
Policia civil-
Bombeiro-
emut-
Campos luz-


Sinalizador-1-ok
Números-200
Deposito para gelo-5-ok
Gelo-3 sacos- -----------------
Pódio-1-ok
Pórtico-1-ok
Cones-50/100-ok




Fitas zebradas-2 rolos-----------------
Tendas- ( 2 da FME)-ok
Cronômetros-5-ok
Pranchetas-5-ok
Canetas-20-ok
Folhas-50- ok




Mesas-10- ok
Cadeiras-20-ok
Sacos para kit alimento-200---------------
Sacolas para entrega do kit----------------
Grampos -800----------------------------
Músicas- ok
Tendas- ok


FUNCIONÁRIOS E STAFF-
Diretor de prova-1
Largada-2
Chegada-6
Frutas-2
Água-2




Cronômetros-5
Classificação-4
Palanque: troféus/medalhas/Release/locutor: 3
Percurso: 10
Entrega do kit - 2



Enfim, tudo muito bom, tudo muito...




































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sábado, 13 de agosto de 2011

No blog: tênis Newton e os novos móveis da sala

Texto escrito e divulgado no o Blog da Track & Field:

Marcos Wellington Sales de Almeida é maratonista, professor de educação física, mestre em ciência da motricidade humana e possui sua própria assessoria esportiva.



Com todo esse know-how, Marcos está sempre ligado nas novidades do universo esportivo e ao ficar sabendo da chegada dos tênis Newton às lojas Track&Field, foi correndo garantir seu par.

Após alguns treinos, o atleta avaliou o desempenho de seu Newton e escreveu um ótimo texto para o TF Blog contando sobre sua experiênica:

“Sabe quando você troca de lugar ou adquire novos móveis para sua sala? Inicialmente há uma confusão visual e espacial devido à nova posição de mesas, cadeiras e poltronas, sendo necessário algum tempo para adaptação e tendo a obrigação de andar por esta sala inicialmente com a luz acesa.

Essa nova situação vivida e sua posterior adaptação, graças a rotina, recebem o nome de plasticidade neural, que é a capacidade do cérebro em se adequar as situações impostas, voluntárias ou não, no dia a dia.

Exatamente assim aconteceu com meu novo tênis. Num primeiro momento, achei estranho, parecia que tinha uma pedra ou algo parecido no meu terço anterior do pé. Sabia da necessidade de um maior tempo de uso para uma melhor adaptação, daí, logo no primeiro dia de posse deste, busquei colocá-lo na minha rotina de trabalho e treinos, para que as novas plasticidades (aprendizagem e memória) fossem facilitadas. Fiz um trote leve me adaptando aos “novos móveis da sala e com a luz acesa”.

No dia seguinte, fiz o meu primeiro treino de qualidade (treino intervalado), onde ainda em fase de aprendizagem, me senti mais familiarizado “na sala”.

Nestes treinos busco percebê-lo como um todo, o ritmo, a força exercida pelos membros inferiores, a coordenação dos braços, a posição dos pés, tendo agora como um novo elemento o momento do contato do pé com o solo. Percebi que este contato é feito utilizando toda a superfície plantar, ao contrário dos tênis tradicionais, que “obrigam” a impactar o calcanhar em primeiro lugar.

Quarenta e oito horas depois, realizei meu segundo treino de qualidade da semana, 9km intercalando ritmos, sentindo já uma melhor assimilação cerebral – já estava “andando na sala a meia luz”.

No sábado tinha na planilha um longo de 21km, aí sim poderia percebê-lo melhor, com mais tempo de uso e num outro tipo de treino. O dito cujo já tinha se saído bem nos treinos de velocidade, será que para o longo também seria legal? E aquela pedra (que já estava bem menor), iria aumentar de tamanho ou sumir de vez?

Assim, motivado e curioso, parti para este terceiro treino de qualidade da semana. Parecia que já éramos velhos conhecidos, já estava “andando pela sala à noite com a luz apagada”, tendo a percepção do tênis como um prolongamento dos pés, com uma bela estabilidade, tração e ótimo formato de pisada. Adaptação total, já esperando o próximo treino para usufruir desta maravilha.

Pontos negativos? Sim, claro. Um deles é saber que até a maratona de Santiago do Chile, que acontece em abril, terei que comprar um substituto, pois este estará bastante gasto.”









sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Marcas da assessoria




























No Blog: Trilhas para o fim de semana


Beleza, mais um fim de semana (apesar de sempre chegar sexta muuiiittoo cansado), estou na pilha para as corridas de sábado e domingo (sábado longão e domingo aquela corrida social com a amada). Bom, postarei três fotos em locais que gostaria de correr com o Five Fingers da 4a foto.
Vamos as ditas cujas, espero que tenha boas emoções:













sábado, 6 de agosto de 2011

No Blog: Barefootrun, o prazer de correr descalço!


Quem não se lembra quando criança (bons tempos), brincando descalço pelo quintal, ruas, campos, na casa da vó, enfim, aquele contato gostoso com a natureza? Os tempos foram mudando, a especulação imobiliária em conjunto com a violência se incumbiram de destruir este grande prazer das crianças (fenômeno este definido como constrangimento social, daí o surgimento do Le Parkour, que combate esta invasão através de saltos em concretos, carros etc...).








Para ainda mais reforçar o barato de ficar descalço, estudos tem provado que para quem corre (eu, você), pode ser muito bom. Pronto, prato cheio para recordar o passado e fortalecer o presente.









Entendo que seguindo sempre os Princípios do Treinamento Desportivo (neste caso o da Sobrecarga e o Principio da Individualidade Biológica), onde relatam que sempre do mais fácil para o mais difícil (Sobrecarga) e que ninguém é igual a ninguém (Individualidade Biológica), aí tudo fica fácil e possível.









Explicando melhor: cada caso é um caso, daí se ter a necessidade de respeitar o "ser que se move" com suas diferenças e necessidades.








Tenho percebido um maior fortalecimento das panturrilhas (gastrocnêmios e sóleos) tanto em mim quanto em alunos com lesões reincidentes desta região, ou apenas pelo prazer de correr descalço.









Acredito que os tênis ditos máximos (texto anterior), nos dão uma falsa proteção e cito como exemplo uma criança que começa a aprender a ficar de pé: quando ela cair, proteja-a, dê a mão e SEMPRE a ajude a se levantar. Pronto, acabou de prestar um grande desserviço para este (a) jovem. O protegeu tanto que inibiu suas defesas do corpo físico e cerebral, retirou toda análise do seu erro para futuras experiências (feedback), não dando oportunidade de uma aprendizagem efetiva do erro e acerto. Com os tênis, guardando as devidas proporções, é a mesma coisa. Eles nos protegem em excesso e quando aparece o primeiro desequilíbrio, não temos defesas, daí a lesão (tanto a nível muscular, tendíneo e cerebral).










Agora temos a solução para o mundo da corrida, todos barefoot! Não, tenham cuidado, leiam, busquem dicas com o seu Professor (se ele não conhecer sobre o assunto, perdoe, ainda é muito novo o tema).









A minha dica? Comece devagar, 5' minutos, 10' minutos e assim por diante, sempre em treinos leves, regenerativos e de preferência na grama.









Os pés são muito inervados, rapidamente seu cérebro lhe dá respostas sobre o que fazer naquele momento (aferente/eferente), descalço tudo fica mais rápido, sem aquele solado para atrapalhar.









As fotos postadas dão uma dimensão do movimento, divirta-se!









Bons treinos e emoções!










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Campos, RJ, Brazil
Professor, Mestre em Ciência, assessor esportivo, maratonista.